segunda-feira, 17 de junho de 2013




Passagem para o Mundo Espiritual do mestre Masaharu Taniguchi em 17.6.1985 - Foto da Internet



SONETO A MASAHARU TANIGUCHI – Fundador da Seicho-No-Ie - *1893-+17.6.1985 -.-



Ialmar Pio Schneider



Masaharu Taniguchi, Grande Mestre,

que me levou com seus ensinamentos,

a palmilhar este viver terrestre,

à luz de divinais convencimentos...



Eu que vivia como um bom pedestre,

mas sem os especiais conhecimentos,

agora a cultuar meu ramo ancestre,

não tenho tantos aborrecimentos...



Se houvesse o conhecido antes ainda,

é provável que fosse mais feliz,

sem ter passado, às vezes, sem a luz



que deixa a vida muito mais infinda;

porquanto creditei tudo o que fiz

à sorte de levar a minha cruz...





Porto Alegre – RS, 8 de maio de 2011 –

Dia das Mães – às 16h40min.



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em 9.5.2011

quinta-feira, 13 de junho de 2013




Dia de Santo Antônio de Pádua e de Lisboa - Imagem da Internet



SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA, MEDIADOR DE GRAÇAS


IALMAR PIO SCHNEIDER

...
Pela comemoração de Santo Antônio, no dia 13 do corrente, ocorreu-me lembrar que fui batizado em uma capela da qual o santo era o padroeiro. Vem daí uma grande devoção que sempre lhe dediquei ao longo dos anos, sendo que lá na distante adolescência, numa inspiração juvenil de fé e esperança, compus os seguintes versos, em forma de soneto em redondilha maior: Santo Antônio sois o santo/ Que eu venero com amor.../ Me cobri com vosso manto,/ Oh! Meu meigo protetor !// Se hoje cai o meu pranto,/ Por eu ser um pecador,/ Inspirai meu pobre canto,/ Com delícias do Senhor.// Sejais vós o meu fanal,/ Para a minha salvação./ Me livrai de todo o mal.// Me dai o vosso perdão/ Oh! Meu santo celestial/ Sois a minha devoção...

Acrescento que muitas metas que projetei tiveram sucesso pelos pedidos que lhe fiz. Sou-lhe muito grato por isto. Tenho em mãos um livro intitulado Antônio de Pádua – Um santo também para você, de Giovanni M. Colasanti - franciscano conventual, cujo prefácio encerra assim: “Mino Milani escreve: “Giuseppe Ungaretti, jovem poeta, durante a primeira guerra mundial era soldado nas trincheiras da linha de frente. Suspenso entre a vida e a morte, estava imerso em tristeza, dúvidas, sofrimentos, e não sabia a quem recorrer. Mas um companheiro, camponês, estava sempre sereno, confiante. Certo Dia, Ungaretti descobriu o motivo daquela confiança e, então, escreveu numa poesia: Aquele camponês/ carregava uma medalha/ de Santo Antônio e prosseguia tranqüilo. Alguém pode ter ou não a medalha de Santo Antônio; no pescoço mas se possui no íntimo do coração a consciência de que santo Antônio olha lá de cima protegendo-o, então sim ! Como aquele soldado camponês prosseguirá seguro.” Eis porque santo Antônio é, ou poderá ser, um santo também para você. – Frei Giovanni M. Colasanti – franciscano conventual – Pádua, 4 de outubro de 1984.”” Estou a reler e que descreve a vida deste servo do Senhor com muita sabedoria. Já de início da leitura encontro a seguinte oração: “A Difícil Escolha de um Caminho – Não ! Não quero ser militar/ como alguns de meus amigos,/ e menos ainda/ pretendo viver protegendo e aumentando/ o patrimônio de meu pai !/ Mas quero lutar por um ideal maior,/ que preencha plenamente/ meu coração e minha mente: quero ser monge ! Quem, há séculos falava assim com um amigo, num dia qualquer de final de setembro, era um jovem chamado Fernando de Bulhões, nascido em Lisboa, Portugal, entre 1191 e 1195.” – pg. 7 do livro acima citado.

Quando ingressou na ordem dos franciscanos vindo dos agostinianos, foi que, digamos, atravessando uma crise de identidade, adotou o nome de frei Antônio, como ficaria sendo chamado pelo resto dos seus dias aqui na Terra. Muito culto, foi insuperável pregador da palavra de Deus, tendo percorrido diversas cidades da Europa e fixando-se, finalmente, em Pádua, na Itália, de onde originou-se o nome pelo qual ficou conhecido e venerado. Estava sempre ao lado dos pobres e falava-lhes, observando lições da natureza, como é o caso de – “Imitando os grous (aves pernaltas que voam em bando). Dizia-lhes: “tomem os grous como exemplo. Durante longas migrações de um lugar para outro, um deles coloca-se à frente do bando para cortar os ares e, assim, tornar menos fatigante o vôo dos demais. Quando um deles se cansa, outro toma seu lugar. Durante o vôo, para manter o bando unido e animar-se mutuamente, fazem grande alarido batendo os longos bicos. E se algum não consegue resistir ao longo vôo? Os companheiros que lhe estão próximos juntam-se mais, ombro a ombro, e voando bem perto uns dos outros o sustentam até que consiga recobrar as forças. Quando estão em terra, não são menos solidários e prestativos. Durante a noite, quando o bando inteiro dorme, um (sobre dez) vigia em rodízio para dar o alarme, se houver perigo à vista” – pg. 89 do citado livro.

Tem-se aí um exemplo de solidariedade e amor que as pessoas deveriam seguir para o bem de todos. Muitas outras passagens relatava em suas pregações, exortando aos ouvintes para se amarem uns aos outros assim como Cristo os amou. Abençoava os jovens e os doentes com uma pequena cruz, olhando para o céu e rezando: “O Senhor os proteja e livre de todo mal”. Obrigado e até mais...



Cronista e poeta - colaborador

Publicado em 22 de junho de 2005 – no Diário de Canoas.

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EM 13.06.2009

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EM 13.06.2010

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em 13.6.2011



segunda-feira, 10 de junho de 2013

Imagem da Internet





Poema publicado no Almanaque Gaúcho de 10.6.2013 do jornal de Porto Alegre - RS, ZERO HORA - pg. 38 de Ricardo Chaves.




MODELO



IALMAR PIO SCHNEIDER



... Não rompo o verbo

para não ferir

a palavra



Quem simplifica

reparte



Se fujo do contratempo

me deparo

com o muro de pedras



Sigo um caminho

de curvas

sem retorno



Altos e baixos encontro

e transponho



Não adjetivo

para não colorir o verso



Procuro poetar

sem subterfúgios.





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Almanaque Gaúcho
Blog
Zero Hora.com

wp.clicrbs.com.br

Blog da tradicional coluna de Zero Hora. Fatos históricos, causos, etc.    
Olá ! Tudo bem? Vc. Gosta de poesias? Visite meus blogs – entre no Google e busque por IALMAR PIO – agradeço-lhe. – Deixe um comentário nos meus blogs.



Imagem da Internet


Dia da data de falecimento de Camões, ou seja, Dia de Camões, Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas - Imagem - de Camões na Internet





SONETO A CAMÕES

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Ialmar Pio Schneider

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Majestoso Camões, o teu engenho

aliado ao teu amor e à tua arte,

há de ficar cantando em toda parte

onde ao luso idioma houver empenho !



Eu que versejo humildemente, tenho

em teus sonetos mágico estandarte,

representando o nobre baluarte

que consagrou o teu excelso gênio.



Hoje o verso sem métrica e sem rima

já não levanta da epopéia o mastro,

nem pela forma e suavidade prima;



mas “Os Lusíadas” canta heróico e forte,

o episódio fatal de Inês de Castro:

- a Rainha coroada após a morte !



PÁG. 21 - O TIMONEIRO - CANOAS, 3.8.84

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04.01.2009

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EM 08.10.2009

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em 29.6.2011Ver mais

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domingo, 9 de junho de 2013

Dia de Anchieta




PADRE JOSÉ DE ANCHIETA, APÓSTOLO DO BRASIL



Hoje, ao transcorrer a data do falecimento do Apóstolo do Brasil, Padre José de Anchieta, ocorre-me escrever estas linhas para lembrar sua passagem nesta Nação nos primórdios do... povoamento. Lembro-me que nos idos de 1959, escrevi um soneto que publico abaixo, tendo sido inspirado para tanto no nobre religioso que foi o catequista dos indígenas. Ele nasceu em 7 de abril de 1534 em La Laguna de Tenerife, Ilhas Canárias, Espanha e faleceu em Beritiba (hoje Anchieta), no Espírito Santo. O Venerável padre, dos seus 64 anos de existência, 47 foram vividos na Companhia de Jesus: 3 em Portugal e 44 no Brasil. Foi poeta e escreveu muitos versos, entre os quais estes:



“Temos embargos, donzela,

A serdes deste lugar.

Não me queirais agravar,

Que, com espada e rodela,

Vos hei de fazer voltar.



Se lá na batalha do mar

Me pisastes,

Quando as onze mil juntastes,

Que fizestes em Deus crer,

Não há agora assim de ser.

Se, então, de mim triunfastes,

Hoje vos hei de vencer. (...)”.



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E a seguir o meu soneto inspirado na vida do Venerável José de Anchieta, nesta data comemorado:





M I S S I O N Á R I O





Vós levais uma vida de virtude,

Pregando pelo bem da humanidade,

Ensinando que amor e caridade,

Deve ter nossa nobre juventude.



Muitas vezes perdeis vossa saúde.

Renunciais o direito à liberdade

Pra pregar no sertão e na cidade,

Pedindo a Deus que a todo o ser ajude.



Não cabe nessas cordas do alaúde

O quanto mereceis na eternidade,

Mas quando repousardes no ataúde,



Descansando na triste soledade,

Rezarei pela vida que me ilude

Neste mundo repleto de saudade.





Ialmar Pio Schneider

- Getúlio Vargas - RS - Agosto - 1959







Esta é uma modesta homenagem que presto ao Venerável Apóstolo do Brasil, Padre José de Anchieta, quando se comemora o seu dia. Até mais...



Porto Alegre – RS, 9 de junho de 2009.





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EM 09.06.2009



***

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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Imagem da Internet




HOMENAGEM A SÃO MARCELINO CHAMPAGNAT




IALMAR PIO SCHNEIDER



No dia 6 de junho é a data de falecimento do fundador da Ordem Marista, Marcelino Champagnat. Devido à minha formação ginasial e parte colegial, ter sido nos colégios dos irmãos maristas – Cristo Rei de Getúlio Vargas e N. Sra. Conceição em Passo Fundo, no longínquo ano de 1959, naquela cidade, em que cursava a 4ª série ginasial, compus os versos a seguir, que intitulei – Homenagem a Champagnat – Champagnat vossa glória de expande/ Neste dia imortal para o mundo/ Pois vós fostes na terra tão grande/ Com espírito nobre e profundo.// O desejo que vos infundia/ Era abrir o brilhante porvir/ De levar para Deus por Maria/ E por ela ao Senhor se servir.// Vós abristes no mundo as escolas/ Para os pobres também estudar/ Para aqueles que pedem esmolas/ Aprender ao Senhor estimar.// Que prazer não sentíeis ao dar/ As instruções para aqueles meninos/ Que viviam neste mundo a chorar/ Seus atrozes e tristes destinos.// Vós fundastes a Ordem Marista/ Vós trouxestes ao Mundo o saber/ Vós deixastes na terra esta pista/ De viver pra cumprir o dever.// Lá do céu onde estais a gozar/ Os meus versos talvez inspirais/ E talvez vós estais a cantar/ Ao Senhor as canções triunfais.// Co’a coroa gloriosa dos santos/ O Senhor que coroe nossa fronte/ E que nasça de todos os prantos/ O saber que os céus nos aponte.// Oh! Maria, protetora dos vivos/ Oh! Maria, mãe de todos os santos/ Recolhei para vós os esquivos/ Que só vivem chorando seus prantos.// Champagnat, vossa mãe é Maria/ Nossa mãe também ela o é/ Nós queremos que todos os dias/ Nos guie pelo caminho da fé.// Champagnat, neste dia tão ditoso/ Desejamos lembrar vossa glória/ Oh! Beato no céu sois glorioso/ E queremos lembrar a memória.// Champagnat, nossos rogos olhai/ Champagnat, enviai-nos saber/ Champagnat, sois também nosso pai/ Ajudai-nos a cumprir o dever.

Naquela oportunidade declamei estes versos ingênuos que havia feito em tempos de fé juvenil, para os colegas e professores, no salão nobre do Ginásio Cristo Rei em Getúlio Vargas. Retirei no site www.maristas.com.br, o seguinte trecho: “1840: No dia 6 de junho, Marcelino Champagnat morre no Eremitério. Desde 2 de janeiro de 1817, o Fundador tinha 421 Irmãos, professos ou noviços, dos quais 92 o tinham abandonado, 49 tinham morrido na Congregação. Quando morreu o Fundador havia, pois, 280 Irmãos; tinham-se fundado 53 escolas, das quais 5 foram fechadas, ficando 48; 180 Irmãos davam educação cristã a 7.000 alunos aproximadamente.” E mais o seguinte: “Aprovação Final da Canonização

Aos amigos(as) da Família Marista:

O "L’Osservatore Romano" de 2-3 janeiro de 1999 informou que o Santo

Padre havia convocado, para o dia 9 de janeiro, às 11h30min, o Consistório Ordinário Público para o voto sobre as Causas de Canonização dos Beatos:

Marcelino José Bento Champagnat, sacerdote da Sociedade de Maria, fundador do Instituto dos Pequenos Irmãos de Maria (Irmãos Maristas);

Nesse mesmo dia foi oficialmente confirmada a data da Canonização: 18 de abril de 1999. O informativo "ÚLTIMAS NOTÍCIAS" transmitiu, diretamente de Roma, a notícia oficial e sublinhou que, "entre os convidados especiais para o Consistório cumpre destacar o irmão Benito Arbués, Superior Geral dos Irmãos Maristas; padre Joaquím Fernándes, Superior Geral dos Padres Maristas (ausente por causa de doença); irmão Gabriel Andreucci, postulador dos Irmãos Maristas, e o irmão José Contreras, membro da Equipe da Canonização. Com esse ato é colocado o ponto final em todos os tramites regulamentares. Resta somente a proclamação da santidade dos três Beatos, na Praça de São Pedro". Para a preparação da Canonização vale a convicção de Marcelino: "Se o Senhor não constrói a casa, em vão trabalham seus construtores".”

Quero prestar esta modesta homenagem a um dos santos de minha devoção, cuja obra proporcionou a minha aprendizagem. Agradeço-lhe.

Cronista colaborador

Publicado no Diário de Canoas.



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EM 06.06.2009



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EM 08.06.2010

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em 20.5.2011

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em 6.6.2011


quarta-feira, 5 de junho de 2013




Dia da Ecologia - Brasil e Dia Mundial do Meio Ambiente. - Aquarela de Ângela Ponsi - a quem é dedicada esta postagem.

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TROVA de IALMAR PIO

PROGRESSO


O progresso é necessário

ao bem-estar do País,

mas que não faça o contrário

tornando o ser infeliz.



Ialmar Pio Schneider



Obs.: Trova premiada em concurso do município de São José do Ouro - RS,
organizado pelo trovador e delegado da UBT daquela cidade, Dr. Lacy José
Raymundi, em 22 de agosto de 1984.